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Auditoria eleitoral · BTG/Nexus · 4ª rodada · 15/06/2026

BTG/Nexus 150626: a pesquisa do banco que mediu voto antes do roteiro e vendeu narrativa depois

Relatório técnico-político sobre a 4ª rodada BTG/Nexus, divulgada em 15/06/2026

A Nexus/BTG não é a Quaest. Aqui não apareceu um cemitério gigante de perguntas eleitorais escondidas. A intenção de voto foi perguntada cedo, antes do bloco de facções, tarifaço, dívida e Desenrola. Isso protege o top-line principal. O problema é mais fino e, por isso, mais perigoso: a pesquisa é telefônica, ponderada, sem deff, sem microdados, sem pesos finais, com margem de erro de vitrine, série histórica com cartões de candidatos mudando e um bloco de tarifaço que força culpa política porque a alternativa neutra não foi lida.

O patrocinador também importa. A pesquisa custou R$ 164.888,89, paga pelo Banco BTG Pactual, conforme o registro TSE BR-06645/2026 e a NFS-e 290. O próprio disclaimer do PDF admite que pesquisas eleitorais podem influenciar preços de ativos e que acesso antes da ampla divulgação pode gerar vantagem indevida em mercado. Não fui eu que escrevi isso. Foi o relatório do BTG/Nexus.

O veredito curto: a fotografia “Lula 42 x 33 no primeiro turno” é plausível. O “Lula 49 x 43 no segundo turno” também. O que não é plausível é vender isso como movimento estatisticamente limpo de uma rodada para outra. Com 2.017 entrevistas, a margem aleatória simples no pior caso é ±2,18 p.p., não ±2,00. Com efeito de desenho realista de 1,5 a 2,0, a margem nacional vai para algo entre ±2,7 e ±3,1. Para a vantagem Lula-Flávio no segundo turno, a margem da diferença é ±4,2 p.p. em AAS, ±5,1 com deff 1,5 e ±5,9 com deff 2,0. A diferença observada é 6 pontos. Cabe manchete; não cabe soberba.

O que a pesquisa fez direito

Primeiro: publicou muito mais do que a média brasileira. O relatório tem 116 páginas, mostra interesse eleitoral, polarização, voto espontâneo, dois cenários de primeiro turno, quatro de segundo turno, certeza do voto, cruzamentos por 2022, polarização, Bolsa Família, renda, religião, PEA, região, potencial, rejeição, governo, economia, dívida e Desenrola.

Segundo: a ordem do questionário preserva o voto. A sequência real foi perfil, interesse, voto espontâneo, primeiro turno, certeza, segundo turno, potencial/rejeição e preferência política. Só depois vêm governo, economia, facções, tarifaço e endividamento. Logo, a crítica honesta não é “contaminaram o voto com tarifaço”. Não contaminaram o voto principal.

Terceiro: renda familiar não parece um desastre. A Nexus publica 40% até 2 salários mínimos, 40% de 2 a 5 SM e 20% acima de 5 SM. A PNADC anual local, no modo alvo, dá aproximadamente 42,9% dos domicílios até 2 SM e 21,4% acima de 5 SM. Para padrão de pesquisa eleitoral brasileira, isso está surpreendentemente razoável.

Onde começa a encrenca

1. A margem de erro publicada é otimista demais

A metodologia diz: CATI telefônico, RDD, cotas por sexo, idade, escolaridade, tipo de telefonia e DDD, depois ponderação por diferenças de campo, incluindo força de trabalho e renda. Isso não é amostra aleatória simples. Pode ser uma boa amostra, mas não tem variância de AAS.

Conta mínima:

Item AAS deff 1,5 deff 2,0
Margem nacional p=50%, n=2.017 ±2,18 ±2,67 ±3,09
Margem da vantagem Lula-Flávio no 2T, 49-43 ±4,18 ±5,12 ±5,91
Margem da vantagem Lula-Flávio no 1T, 42-33 ±3,76 ±4,60 ±5,32

Em português claro: o primeiro turno está confortável. O segundo turno está a favor de Lula, mas a narrativa de “abriu 6 e acabou” fica muito mais frágil quando se usa margem de diferença e não a margem marqueteira de cada percentual isolado.

Nos recortes, a coisa piora:

Recorte n aproximado AAS deff 1,5 deff 2,0
Norte/Centro-Oeste, 16% 323 ±5,5 ±6,7 ±7,7
Nordeste, 26% 524 ±4,3 ±5,2 ±6,1
Sul, 15% 303 ±5,6 ±6,9 ±8,0
Até 1 SM, 22% 444 ±4,7 ±5,7 ±6,6
Evangélicos, 29% 585 ±4,1 ±5,0 ±5,7
Mais de 5 SM, 20% 403 ±4,9 ±6,0 ±6,9

Qualquer tabela por renda, religião ou região deveria trazer n efetivo e margem própria. Sem isso, o leitor acha que todo cruzamento tem ±2. Não tem. Alguns têm ±7 ou ±8.

2. A série histórica não é régua limpa

A Nexus compara quatro rodadas:

Rodada Campo n Registro
1 27-29/03/2026 2.006 BR-07875/2026
2 24-26/04/2026 2.028 BR-01075/2026
3 22-24/05/2026 2.045 BR-04193/2026
4 12-14/06/2026 2.017 BR-06645/2026

O problema: o cartão mudou. Em abril havia Aldo Rebelo. Em maio, Joaquim Barbosa entrou no lugar de Aldo. Em junho, Aécio Neves foi incluído no cenário 1. A própria Nexus anota isso. Tudo bem mudar cenário; errado é tratar a curva como se o instrumento fosse idêntico.

No cenário principal comparável desde abril, a história oficial é:

Rodada Lula Flávio Diferença
Abril 41 36 Lula +5
Maio 40 35 Lula +5
Junho 42 33 Lula +9

No segundo turno Lula x Flávio:

Rodada Lula Flávio N/B/N Diferença
Março 46 45 8 Lula +1
Abril 46 46 7 empate
Maio 47 46 9 Lula +1
Junho 49 43 8 Lula +6

O movimento é politicamente relevante, mas estatisticamente delicado. A mudança da vantagem de maio para junho foi de 5 pontos. A margem da mudança de vantagem entre duas amostras independentes, mesmo em AAS, é perto de ±6. Com deff, passa disso. Então a frase correta é: “há sinal de melhora de Lula e piora de Flávio, mas a evidência estatística ainda não fecha o caixão”.

3. O relatório rearruma a ordem narrativa

No questionário, governo Lula vem antes de facções e tarifaço. No relatório, o bloco “Conhecimento sobre notícias” aparece antes de “Desempenho do Governo Lula”. Isso não altera o dado coletado, mas altera a leitura editorial. O PDF leva o leitor a enxergar tarifaço/facções como lente anterior da avaliação de governo, quando no campo a ordem foi outra.

É truque de narrativa, não necessariamente erro de coleta.

4. A pergunta do tarifaço força culpa

A pergunta 18 é a pior do questionário. O entrevistador diz que vai ler frases sobre o tarifaço. As opções lidas culpam Lula ou culpam Flávio Bolsonaro. A alternativa neutra - “não é culpa de nenhum dos dois, pois os EUA agem por interesses próprios” - aparece marcada como “NÃO LER”.

Resultado publicado:

Culpa pelo tarifaço Resultado
Mais culpa de Lula 39%
Mais culpa de Flávio Bolsonaro 42%
Nenhum dos dois 11%
NS/NR 8%

Isso é uma pergunta de atribuição forçada. O dado “42% culpam Flávio” não deve ser lido como convicção espontânea; deve ser lido como escolha produzida por um funil onde a saída neutra ficou escondida. Esse é o ponto mais feio do instrumento.

5. Perguntas fantasma existem, mas são menores que na Quaest

O relatório publica quase todos os blocos substantivos. Ainda assim, faltam top-lines importantes:

Pergunta O que sumiu ou foi diluído
P7 “candidato que não fosse apoiado nem por Lula nem por Bolsonaro. Qual?” O relatório mostra 24% de terceira via, mas não publica os nomes espontâneos anotados.
PF14 renda mensal individual Perguntada, mas o perfil público usa renda familiar.
PF17 cor/raça Perguntada no encerramento, não aparece no perfil.
PF4-PF9 trabalho, vínculo, CNPJ, aposentado/desempregado/procura Virou PEA formal/informal/desocupado/não PEA, sem abrir a engenharia de classificação.
PF12 Bolsa Família desde 2023 Perguntada; o relatório usa o recebimento atual nos cruzamentos, sem topline claro do histórico desde 2023.
P23/P24 comparecimento 2022/2018 Usadas em cruzamentos, mas sem toplines autônomos no relatório público.

Não é o cemitério da Quaest, mas ainda falta o princípio básico: se perguntou, publica a resposta.

Amostra: boa de região, estranha de idade, opaca de telefone

O registro TSE diz que a pesquisa é representativa do eleitorado brasileiro com acesso a telefonia fixa e móvel, com seleção por RDD. O relatório público, porém, fala simplesmente em eleitores brasileiros. Essa diferença importa. Quem não tem telefone, não atende número desconhecido, bloqueia chamada, trabalha sem disponibilidade ou vive em zona de baixa cobertura entra pior na amostra.

Comparação com TSE 2026 local:

Variável Nexus/BTG TSE local Leitura
Mulher 52% 52,8% Ok
Homem 48% 47,2% Ok
Norte + Centro-Oeste 16% 15,9% Ok
Nordeste 26% 27,6% Levemente baixo
Sudeste 43% 42,1% Ok
Sul 15% 14,5% Ok
16-24 17% 12,3% Jovens acima
60+ 20% 23,3% Idosos abaixo

Como as faixas intermediárias da Nexus são 25-40 e 41-59, o encaixe no TSE exige aproximação. Repartindo 40-44 uniformemente, o TSE ficaria perto de 30,9% para 25-40 e 33,6% para 41-59. A Nexus publica 32% e 31%.

Isso não prova viés pró-Lula ou pró-Flávio. Prova uma coisa: o alvo de idade não é exatamente o eleitorado TSE. Como eles usam PNADC 2024 visita 1 para construir a amostra, isso pode explicar parte da diferença. Mas eleição é universo eleitoral. O TSE deveria ser o trilho para sexo, idade, UF/região; PNAD deveria complementar renda e escolaridade.

O dado que falta: distribuição real por tipo de telefone, taxa de resposta, chamadas tentadas, recusas, substituições, peso mínimo, peso máximo, deff geral e deff por estimativa.

O que a pesquisa diz apesar dela mesma

Lula administra estoque; Flávio disputa fluxo

No primeiro turno, Lula tem 42 e Flávio 33. O resto da direita/terceira via soma pouco no voto direto: Caiado 4, Renan 4, Zema 2, Joaquim 2, Cury 2, Aécio 1, Daciolo 1. O bolo fora Lula-Flávio existe mais como potencial do que como voto atual.

No segundo turno:

Cenário Lula Adversário N/B/N Diferença
Lula x Flávio 49 43 8 Lula +6
Lula x Zema 49 39 11 Lula +10
Lula x Caiado 48 39 11 Lula +9
Lula x Renan 49 36 13 Lula +13

A tese “trocar Flávio por terceira via melhora a direita” não aparece aqui. Ao contrário: Flávio é o melhor segundo-turnista da oposição nessa rodada. Zema e Caiado são melhores como fonte de transferência do que como cabeça de chapa.

A terceira via é real, mas não está nomeada

A preferência política dá:

Preferência Resultado
Presidente Lula 40%
Flávio ou outro indicado por Bolsonaro/família 31%
Nome sem apoio de Lula nem Bolsonaro 24%
N/B/N 1%
NS/NR 4%

O relatório ainda mostra que, entre os 24% de terceira via, só 17% votam Lula no primeiro turno, 18% votam Flávio e 47% votam outros. Mas o campo “Qual?” não foi publicado. Isso é buraco relevante. Terceira via sem nome é fumaça; terceira via com nomes é estratégia.

O nulo de direita continua sendo meio voto no L

No segundo turno Lula x Flávio, os eleitores de Zema e Caiado migram mais para Flávio:

Origem no 1T Lula no 2T Flávio no 2T N/B/N
Eleitor de Zema 25% 64% 11%
Eleitor de Caiado 22% 61% 16%

Aqui a lição é a mesma da Quaest: o problema da direita não é falta de candidato alternativo competitivo contra Lula. É desperdício de voto antipetista em branco/nulo e microcandidatura sem escala.

Rejeição: Flávio está pior, mas Lula não está folgado

Potencial/rejeição:

Candidato Único em quem votaria Poderia votar Não votaria de jeito nenhum Não conhece
Lula 38% 14% 47% 1%
Flávio Bolsonaro 25% 20% 52% 3%
Zema 3% 28% 39% 29%
Caiado 3% 27% 37% 32%

Lula tem teto mais alto e rejeição menor. Flávio tem menos voto exclusivo e rejeição maior. Mas o cruzamento Lula x Flávio mostra 39% que não votam em Lula e votam em Flávio, contra 45% que não votam em Flávio e votam em Lula. O buraco real é de 6 pontos. Não é pequeno, mas também não é abismo.

Governo: aprovação empatada, avaliação piorando

Avaliação do governo:

Série Mar Abr Mai Jun
Ótimo/Bom 43 44 40 38
Regular 33 35 37 41
Ruim/Péssimo 23 21 21 21

Aprovação:

Série Mar Abr Mai Jun
Aprova 49 51 48 48
Desaprova 45 46 47 47

Lula está vivo porque aprovação ainda empata/aperta a desaprovação, mas há deterioração qualitativa: o ótimo/bom cai e o regular sobe. Isso é estoque de voto com alerta amarelo. Se o regular virar ruim, o 49 do segundo turno evapora rápido.

O BTG como personagem, não como rodapé

O banco pagou a pesquisa. Isso não invalida o levantamento. Pesquisa paga por banco pode ser boa. O que invalida é fingir que o contratante é neutro como parede.

Fatos verificados:

  • Registro TSE BR-06645/2026: contratante Banco BTG Pactual S.A.; valor R$ 164.888,89; Nexus contratada; estatístico Neale El-Dash, CONRE 8656-A.
  • NFS-e 290: Nexus para Banco BTG Pactual, descrição “PESQUISA”, valor R$ 164.888,89.
  • O PDF da própria Nexus/BTG traz disclaimer de mercado: pesquisas eleitorais podem influenciar preços de valores mobiliários, e uso por pessoas com acesso antes da ampla divulgação pode configurar vantagem indevida.
  • Em 2024, governo e setor financeiro criaram GT de redução do custo do crédito no âmbito do Conselhão, depois de reunião com Lula, Fazenda, SRI e Febraban.
  • Em dezembro de 2025, Folha noticiou que André Esteves conversou com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sobre tarifas e sanções, e depois reportou a conversa a Lula, Haddad e ministros do STF.
  • Em agosto de 2025, PlatôBR noticiou esforço de Esteves por Tarcísio e críticas a Lula; o BTG negou os termos atribuídos, disse ser apolítico e a coluna manteve a informação.
  • O BTG fechou 2025 com resultados recordes: receita total de R$ 33,0 bi, lucro líquido ajustado de R$ 16,7 bi, ROAE de 26,9% e AuM/WuM de R$ 2,5 tri.

A leitura adulta: BTG/Esteves não são “lulistas” ou “bolsonaristas”. São BTG/Esteves. O interesse é previsibilidade, crédito, mercado, taxa, acesso e opcionalidade política. Tarcísio era o ativo preferido de mercado; sem Tarcísio, Lula pode ser hedge de estabilidade contra um Flávio mais arriscado. Isso é hipótese política, não prova estatística. Mas é exatamente por isso que microdados, pesos, deff e logs de divulgação deveriam ser obrigatórios.

Checklist de auditoria que a Nexus/BTG deveria publicar

  1. Microdados anonimizados.
  2. Pesos finais por entrevista.
  3. Peso mínimo, máximo, média, desvio e trimming.
  4. Deff geral e por variável principal.
  5. n efetivo por tabela e cruzamento.
  6. Margem por recorte, não apenas margem nacional.
  7. Distribuição por tipo de telefone: fixo, móvel, proporção, tentativas, recusas.
  8. Taxa de resposta e callbacks.
  9. Topline de toda pergunta aplicada, inclusive “Qual?” da terceira via.
  10. Cor/raça, já que foi perguntada.
  11. Renda individual, já que foi perguntada.
  12. Script exato de aleatorização e ordem real por entrevistado.
  13. Lista de destinatários que receberam o relatório antes da divulgação ampla.
  14. Horário de entrega ao contratante, horário de entrega à imprensa e horário de publicação.

Veredito

A Nexus/BTG produziu uma pesquisa substantiva e muito mais auditável por relatório do que a média. Só que a parte que interessa para confiar de verdade - microdados, pesos, efeito de desenho, n efetivo e logs de divulgação - continua trancada.

O voto foi medido antes do roteiro pesado. Ponto para eles. Mas o relatório vende movimento de série sem reconhecer que os cenários mudaram e que a margem anunciada é estreita demais. A pergunta do tarifaço é enviesada porque esconde a alternativa neutra. A amostra é boa em região e sexo, mas tem idade desalinhada do TSE. E o contratante é um banco que sabe, melhor do que ninguém, que pesquisa eleitoral mexe com mercado; tanto sabe que escreveu isso no próprio disclaimer.

Então não, não dá para gritar fraude. Também não dá para engolir o PDF como ciência plena. O nome certo é outro: pesquisa útil, patrocinada por agente interessado, com top-line plausível, narrativa editorial agressiva e transparência estatística insuficiente.

Fontes usadas

  • Arquivo local: data/pesquisas/nexus_btg/rodada4_2026-06-15/btg_nexus_rodada4_2026-06-15.pdf.
  • Arquivo local: data/pesquisas/nexus_btg/rodada4_2026-06-15/questionario_nexus_062026.pdf.
  • Arquivo local: data/pesquisas/nexus_btg/rodada4_2026-06-15/nexus_tse_metodologia_062026.pdf.
  • Arquivo local: data/pesquisas/nexus_btg/administrativo/nota_fiscal_btg_nexus.pdf.
  • Arquivos locais das rodadas anteriores: data/pesquisas/nexus_btg/rodada1_2026-03, rodada2_2026-04, rodada3_2026-05.
  • Base local TSE: data/outputs/tse_eleitorado_perfil.sqlite, perfil gerado em 01/05/2026, excluindo exterior.
  • Base local PNADC anual: data/outputs/base_anual_visita1_labeled_npv.csv, dashboard anual do projeto.
  • Nexus, “Pesquisa BTG/Nexus de intenção de votos para presidente do Brasil - 15 de junho de 2026”: https://www.nexus.fsb.com.br/estudos-divulgados/pesquisa-btg-nexus-de-intencao-de-votos-para-presidente-do-brasil-15-de-junho-de-2026/
  • CNN Brasil, “Nexus/BTG: no 2º turno, Lula vai a 49%; Flávio mantém 43%”: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/nexus-btg-no-2o-turno-lula-vai-a-49-flavio-mantem-43/
  • Secretaria de Relações Institucionais, “Governo cria grupo que vai discutir a redução de custo do crédito no Brasil”: https://www.gov.br/sri/pt-br/noticias/2024/governo-cria-grupo-que-vai-discutir-a-reducao-de-custo-do-credito-no-brasil
  • Folha de S.Paulo, Monica Bergamo, “Banqueiro André Esteves se reuniu com governo Trump e pediu fim de tarifas e sanções”: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2025/12/banqueiro-andre-esteves-se-reuniu-com-governo-trump-e-pediu-fim-de-tarifas-e-sancoes.shtml
  • PlatôBR, “André Esteves, a campanha por Tarcísio e o Brasil ‘uninvestable’ com Lula”: https://platobr.com.br/andre-esteves-a-campanha-por-tarcisio-e-o-brasil-uninvestable-com-lula
  • BTG Pactual RI, Divulgação de Resultados 4T25: https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/0afe1b62-e299-4dec-a938-763ebc4e2c11/07449ccc-d493-b811-8125-210903b9e0bd?origin=2