A tese
A direita ganha o estado e perde o país no mesmo domicílio
Em quinze estados a Quaest entrevistou as mesmas pessoas sobre governador e sobre presidente. Onde a direita disputa o governo do estado, ela chega a 49% no Ceará, 44% na Bahia e 45% em Pernambuco. Na mesma entrevista, Flávio Bolsonaro tem 16%, 16% e 20%. A diferença é de 33, 28 e 25 pontos, e não é explicada por amostra: é o mesmo questionário, o mesmo entrevistado, o mesmo peso.
Esse vão é o único ativo grande que a campanha ainda não usou no Nordeste. Ele não é voto garantido, e este dossiê insiste nisso do começo ao fim: ACM Neto, Raquel Lyra e Ciro Gomes não são bolsonaristas, e quem vota neles não prometeu nada a ninguém para a Presidência. O vão é teto endereçável, não previsão.
O segundo achado é geográfico e desmente o mapa mental da campanha. O voto bolsonarista do Nordeste não está no sertão: está nas capitais. 54 municípios de 1.794, ou 3,0% das cidades, concentram metade dos 9.962.947 votos que Bolsonaro teve na região em 2022. E a maior reserva individual de voto de direita do Norte e do Nordeste não fica em nenhum dos dois: fica em Manaus, com 692.580 votos e 61,3% do 2º turno, capital de um dos dez estados em que a campanha não pôs o pé.
O método
O vão estadual: mesma amostra, duas cédulas
A conta é simples e por isso resistente. Pega-se a melhor candidatura de direita ao governo do estado na pesquisa e subtrai-se o voto de Flávio no 1º turno presidencial, dentro do mesmo relatório. Não há ponderação nova, não há reponderação, não há modelo: os dois números saem da mesma tabela de campo e da mesma base.
A leitura muda de sinal e é isso que torna a medida honesta. No Acre e em Rondônia o vão é negativo: Flávio tem 44% e 46%, acima dos 42% de Alan Rick e dos 40% de Marcos Rogério. Onde o bolsonarismo é hegemônico, o nome nacional é o mais forte da cédula e puxa a chapa. O déficit é um fenômeno do Nordeste, não uma característica do candidato.
| UF | Melhor nome da direita no estado | Voto no governo | Flávio 1º turno | Vão 1º turno | Vão no 2º turno |
|---|---|---|---|---|---|
| CE | Ciro Gomes PSDB | 49% 2º turno | 16% | +33 | sem 2º turno |
| BA | ACM Neto União | 44% 2º turno | 16% | +28 | sem 2º turno |
| PE | Raquel Lyra PSD | 45% 2º turno | 20% | +25 | +19 |
| PB | Lucas Ribeiro PP | 47% 2º turno | 22% | +25 | sem 2º turno |
| MA | Eduardo Braide PSD | 44% 1º turno | 20% | +24 | sem 2º turno |
| AP | Dr. Furlan PSD | 54% 2º turno | 32% | +22 | sem 2º turno |
| MG | Cleitinho Azevedo Republicanos | 49% 2º turno | 28% | +21 | +9 |
| RJ | Eduardo Paes PSD | 52% 2º turno | 35% | +17 | +9 |
| SP | Tarcísio Republicanos | 48% 2º turno | 31% | +17 | +7 |
| RN | Allyson Bezerra União | 35% 2º turno | 19% | +16 | sem 2º turno |
| DF | Celina Leão PP | 47% 2º turno | 32% | +15 | +2 |
| TO | Professora Dorinha União | 46% 2º turno | 32% | +14 | sem 2º turno |
| AL | JHC PSDB | 42% 2º turno | 30% | +12 | sem 2º turno |
| AM | Omar Aziz PSD | 45% 2º turno | 35% | +10 | sem 2º turno |
| PA | Dr. Daniel Podemos | 36% 2º turno | 28% | +8 | sem 2º turno |
| RR | Arthur Henrique PL | 60% 2º turno | 54% | +6 | sem 2º turno |
| AC | Alan Rick Republicanos | 42% 2º turno | 44% | -2 | sem 2º turno |
| RO | Marcos Rogério PL | 40% 2º turno | 46% | -6 | sem 2º turno |
Em cinco estados a Quaest mediu também o 2º turno presidencial, o que permite a comparação mais limpa possível, turno contra turno na mesma entrevista. Pernambuco entrega o maior vão do país nessa régua: Raquel Lyra tem 45% no 2º turno estadual enquanto Flávio tem 26% no 2º turno presidencial, 19 pontos de distância. Em São Paulo a mesma conta dá 7 e no Distrito Federal, 2.
O roteiro
Dez estados fora da pré-campanha, 26,6 milhões de eleitores
Até a semana de 14 de setembro, a candidatura tinha percorrido 17 unidades da federação desde o lançamento e não tinha ido a dez: AC, AP, AM, RR, TO, AL, CE, PE, PI e SE. Todas no Norte e no Nordeste. A lista foi publicada pela Revista Fórum e pelo BPMoney, e é o ponto de partida deste capítulo.
A leitura óbvia é que a campanha evitou o território hostil. Os números dizem outra coisa. Três dos dez estados Bolsonaro venceu em 2022: AC, AP, RR, com 76,1% a 70,3% dos votos válidos. Roraima é o estado em que ele teve o melhor resultado do Brasil inteiro. Outros dois, Amazonas e Tocantins, ficaram a pouco mais de um ponto de vencer, com 35% e 32% para Flávio hoje.
Somados, os dez guardam 7.084.497 votos que Bolsonaro recebeu em 2022, e PE, CE, AM, PI, AL passam de dois milhões de eleitores cada. O mapa dos estados não visitados não é um mapa de fraqueza. É, em parte, um mapa de força abandonada.
Onde está o voto
O eleitor de direita do Nordeste mora na cidade grande
A pergunta operacional da campanha é onde estão os votos que ela ainda não tem. A resposta do TSE é direta: nas capitais e nas regiões metropolitanas.
Manaus tem 692.580 votos de Bolsonaro, 61,3% do 2º turno e 1.472.357 eleitores em 2026. É mais do que Fortaleza (633.009) e uma vez e meia Salvador (451.131). Maceió é a capital nordestina em que ele foi mais longe: 57,2%, vitória com 273.549 votos, também em estado não visitado.
A concentração explica por que o calendário importa mais do que a simpatia do público. Metade de todo o voto bolsonarista do Nordeste cabe em 54 municípios. Um comício numa cidade média de 30 mil eleitores custa o mesmo dia de agenda que um ato numa capital com vinte vezes o estoque.
| Município | Votos Bolsonaro 2022 | % do 2º turno | Eleitores 2026 | Resultado |
|---|---|---|---|---|
| Manaus AM | 692.580 | 61,3% | 1.472.357 | venceu |
| Fortaleza CE | 633.009 | 41,8% | 1.790.488 | Lula venceu |
| Salvador BA | 451.131 | 29,3% | 1.951.766 | Lula venceu |
| Recife PE | 433.317 | 43,7% | 1.228.646 | Lula venceu |
| Belém PA | 427.051 | 49,7% | 1.047.380 | Lula venceu |
| Maceió AL | 273.549 | 57,2% | 644.063 | venceu |
| São Luís MA | 238.285 | 39,6% | 756.289 | Lula venceu |
| João Pessoa PB | 228.326 | 49,9% | 585.308 | Lula venceu |
| Natal RN | 219.306 | 47,0% | 570.537 | Lula venceu |
| Porto Velho RO | 169.299 | 64,6% | 368.740 | venceu |
| Jaboatão dos Guararapes PE | 161.952 | 44,3% | 498.190 | Lula venceu |
| Teresina PI | 160.558 | 33,6% | 592.211 | Lula venceu |
| Boa Vista RR | 144.799 | 79,5% | 241.187 | venceu |
| Aracaju SE | 142.489 | 42,7% | 421.507 | Lula venceu |
| Rio Branco AC | 142.090 | 72,5% | 270.429 | venceu |
| Ananindeua PA | 138.978 | 50,3% | 358.350 | venceu |
As trocas
Duas decisões de agenda desta semana, medidas em voto
A campanha trocou Salvador por Vitória da Conquista na Bahia e retirou Santa Cruz do Capibaribe da agenda de Pernambuco. As duas decisões são públicas, noticiadas pela imprensa dos próprios estados, e podem ser medidas com o resultado de 2022.
A Bahia. Salvador guarda 451.131 votos de Bolsonaro contra 84.019 de Vitória da Conquista: 5,4 vezes mais. Conquista tem a vantagem do conforto, com 41,7% contra 29,3% da capital, e é onde o palanque enche. Salvador é onde o voto está. A troca é defensável como estreia; repetida, vira método, e método que evita a capital não fecha o vão de 28 pontos que a Bahia mostra.
Pernambuco. Santa Cruz do Capibaribe é o único município do estado que Bolsonaro venceu em 2022, com 26.632 votos e 52,1% do 2º turno. Sair de lá para o Recife, que tem 433.317 votos de Bolsonaro, foi acerto de volume: dezesseis vezes mais estoque no mesmo dia. A cidade simbólica vale a foto; a capital vale a eleição.
O contraditório
A rota do cerrado é simpática e é pequena
A rota do MATOPIBA é a mais citada quando se fala em agro e eleição no Nordeste, e este dossiê a testou esperando confirmá-la. O teste reprovou.
Os 38 municípios reunidos somam 344.366 votos de Bolsonaro, 43,4% do 2º turno local, e 1.095.358 eleitores em 2026. É metade do que Manaus entrega sozinha, espalhado por quatro estados e milhares de quilômetros de estrada. Luís Eduardo Magalhães, o símbolo do cerrado baiano, tem 31.918 votos: menos de um décimo de Salvador.
O cerrado continua valendo por três razões que não são de volume: produz doação e estrutura local, rende pauta nacional de custo de produção e logística, e é onde a candidatura fala sem precisar traduzir. Nada disso é desprezível. Só não é a rota que decide o Nordeste, e tratá-la como tal troca o eleitorado pela plateia.
Os temas
O que falar em cada estado, segundo quem mora nele
A Quaest pergunta em todos os relatórios estaduais qual é o problema mais grave que o estado enfrenta. A resposta varia o bastante para desmontar qualquer discurso único.
Saúde lidera em onze dos catorze estados com a pergunta publicada, e chega a 50% em Roraima e 28% no Maranhão. Violência lidera em três: 54% no Ceará, o maior número de qualquer tema em qualquer estado desta série, 38% na Bahia e empatada na Paraíba. Infraestrutura só aparece no topo no Maranhão, com 21%, onde é o segundo tema e vale mais que violência.
| UF | 1º tema | 2º tema | 3º tema |
|---|---|---|---|
| RR | Saúde 50% | Infraestrutura 7% | Economia 6% |
| AP | Saúde 43% | Desemprego 10% | Infraestrutura 9% |
| AL | Saúde 41% | Violência 16% | Desemprego 8% |
| TO | Saúde 41% | Violência 8% | Infraestrutura 7% |
| RN | Saúde 38% | Violência 20% | Corrupção 9% |
| RO | Saúde 37% | Violência 13% | Infraestrutura 9% |
| PA | Saúde 35% | Violência 12% | Infraestrutura 10% |
| PE | Saúde 33% | Violência 21% | Corrupção 5% |
| BA | Violência 38% | Saúde 32% | Desemprego 6% |
| AM | Saúde 32% | Violência 17% | Infraestrutura 9% |
| PB | Saúde 31% | Violência 23% | Desemprego 6% |
| MA | Saúde 28% | Infraestrutura 21% | Violência 11% |
| AC | Saúde 26% | Corrupção 13% | Violência 11% |
| CE | Violência 54% | Saúde 15% | Corrupção 4% |
A consequência prática é chata e é a mais útil do dossiê: o discurso de segurança pública, que é o ativo mais forte do campo, tem retorno máximo no Ceará e na Bahia e retorno baixo em Roraima, no Tocantins e em Alagoas, onde saúde vale duas a cinco vezes mais. Falar de violência em Palmas é responder a uma pergunta que 8% do estado fez.
O palanque
Aliado de quem? A pergunta que mede o rabo da chapa
Em catorze estados a Quaest perguntou se o eleitor prefere um governador aliado de Lula, aliado de Flávio Bolsonaro ou independente. É a medida mais direta que existe de quanto o nome nacional ajuda ou atrapalha a chapa estadual, e a resposta separa o país em dois.
No Acre, em Rondônia e em Roraima, o eleitor quer explicitamente um governador aliado de Flávio, com 49%, 43% e 41%. No Pará, no Amapá, no Amazonas e no Tocantins a disputa está aberta, com Flávio entre 28% e 33% e o campo independente acima de 28% em todos. Na Bahia, no Ceará, na Paraíba e no Maranhão, a preferência por aliado de Flávio fica entre 15% e 16%, e a soma de independente com Lula passa de 75%.
| UF | Aliado de Flávio | Independente | Aliado de Lula | Saldo |
|---|---|---|---|---|
| RR | 49% | 35% | 12% | +37 |
| RO | 43% | 30% | 23% | +20 |
| AC | 41% | 33% | 20% | +21 |
| TO | 33% | 28% | 35% | -2 |
| AP | 30% | 31% | 34% | -4 |
| PA | 29% | 31% | 34% | -5 |
| AM | 28% | 33% | 34% | -6 |
| AL | 22% | 30% | 42% | -20 |
| PB | 20% | 25% | 53% | -33 |
| PE | 17% | 29% | 50% | -33 |
| RN | 17% | 36% | 40% | -23 |
| BA | 16% | 30% | 49% | -33 |
| MA | 16% | 25% | 54% | -38 |
| CE | 15% | 36% | 46% | -31 |
A instrução que sai daqui é de ordem, não de conteúdo. Onde o saldo é positivo, o nome nacional abre o palanque e o candidato estadual fecha. Onde o saldo é negativo por vinte pontos ou mais, a ordem inverte: quem abre é a candidatura estadual, que tem teto próprio muito maior, e o nome nacional entra depois, sobre público já formado.
A rota
Sete movimentos, na ordem em que os números pedem
O capítulo é juízo editorial declarado, com o número e a página ao lado de cada movimento. Não tem datas: a ordem é de prioridade e vale enquanto os números de agosto e setembro valerem.
- Manaus antes de qualquer cidade média. 692.580 votos de Bolsonaro, 61,3% do 2º turno, 1.472.357 eleitores. O Amazonas está a três pontos no 1º turno, 38 a 35, tem candidatura do PL competitiva ao governo com 44%, e nunca recebeu visita. É a melhor relação entre estoque, competitividade e ausência do país.
- Belém e São Luís no mesmo circuito. 427.051 e 238.285 votos, Pará a 8 pontos de vão e a menor aprovação de Lula do Norte e do Nordeste fora dos estados bolsonaristas: 47 contra 46. O Pará é o único grande colégio da região em que a disputa presidencial já é competitiva.
- Salvador, e não só Conquista. O vão baiano é de 28 pontos e a capital tem 451.131 votos de 2022. O tema é violência, 38% do estado, o mais alto da Bahia e o segundo mais alto da série.
- Recife de novo, e a Região Metropolitana inteira. Recife, Jaboatão, Olinda e Paulista somam 774.621 votos de Bolsonaro, mais do que o estado inteiro do Piauí. O vão de 2º turno de Pernambuco, 19 pontos, é o maior do país na régua turno contra turno.
- Maceió e Aracaju, com Alagoas e Sergipe ainda inéditos. Maceió é a capital nordestina em que Bolsonaro mais foi longe, 57,2%, e Alagoas dá 30% a Flávio hoje, o melhor número do Nordeste depois do Pará. Saúde é 41% do estado: o discurso de segurança rende pouco ali.
- Fortaleza com a candidatura estadual na frente. O Ceará tem o maior vão do país, 33 pontos, e o maior índice de violência como problema, 54%. A ordem importa: quem abre é o palanque estadual, porque a preferência por governador aliado de Flávio é de 15% contra 46% de aliado de Lula.
- Roraima, Acre e Amapá por último, e mesmo assim. São os três estados não visitados em que Bolsonaro venceu. Não precisam de conversão, precisam de comparecimento e de voto útil no 1º turno. Rendem pouco em volume e muito em sinal, porque a ausência de três anos num território que deu 76,1% é a notícia que a imprensa local publica sozinha.
Limites
O que este dossiê não mede
O vão não é voto transferível. É a distância entre dois números na mesma amostra. Nada nos relatórios mede quanto do eleitorado de um governador de centro-direita aceitaria a candidatura presidencial do PL, e a experiência de 2022 em São Paulo mostra que a taxa nunca é de um para um.
Os institutos não publicam o cruzamento direto. Se a Quaest publicasse a tabela do voto para governador contra o voto para presidente dentro do mesmo estado, este dossiê teria metade do tamanho e o dobro de força. O pedido fica registrado.
O estoque de 2022 é memória, não promessa. Votos de quatro anos atrás medem onde o campo já esteve, não onde estará. Municípios mudam, eleitorado envelhece e a abstenção de 2026 não é a de 2022.
Dois estados não têm pesquisa estadual publicada no período: Piauí e Sergipe, com 2,7 e 1,7 milhão de eleitores. Onde aparecem neste dossiê, aparecem apenas com dado do TSE, nunca com intenção de voto.
Os relatórios são imagem. Os PDFs da Quaest não têm camada de texto nos gráficos. Cada tabela foi transcrita página a página, com o número da página declarado no script que gera esta página, e conferida por leitura de máquina independente. Divergência entre as duas quebra o teste automático do repositório.
Fontes
Tudo aberto, com página e link
| Relatório | Fim do campo | Presidente 1º turno | Governador | |
|---|---|---|---|---|
| Bahia BA | 2026-08-26 | relatório | p. 75 | p. 28 |
| Pernambuco PE | 2026-09-07 | relatório | p. 54 | p. 19 |
| Ceará CE | 2026-09-03 | relatório | p. 67 | p. 20 |
| Maranhão MA | 2026-08-23 | relatório | p. 58 | p. 8 |
| Pará PA | 2026-08-28 | relatório | p. 67 | p. 20 |
| Amazonas AM | 2026-08-28 | relatório | p. 108 | p. 21 |
| Alagoas AL | 2026-08-24 | relatório | p. 67 | p. 20 |
| Tocantins TO | 2026-08-25 | relatório | p. 108 | p. 21 |
| Paraíba PB | 2026-08-25 | relatório | p. 86 | p. 23 |
| Rio Grande do Norte RN | 2026-08-24 | relatório | p. 84 | p. 21 |
| Amapá AP | 2026-08-25 | relatório | p. 67 | p. 20 |
| Acre AC | 2026-08-27 | relatório | p. 108 | p. 21 |
| Roraima RR | 2026-08-27 | relatório | p. 64 | p. 20 |
| Rondônia RO | 2026-08-25 | relatório | p. 108 | p. 21 |
| Rio de Janeiro RJ | 2026-09-07 | relatório | p. 62 | p. 20 |
| São Paulo SP | 2026-09-07 | relatório | p. 53 | p. 19 |
| Minas Gerais MG | 2026-09-07 | relatório | p. 93 | p. 20 |
| Distrito Federal DF | 2026-09-07 | relatório | p. 72 | p. 20 |
Agenda declarada
- CE, 15/09: Fortaleza, Juazeiro do Norte, ato no Conjunto Ceará e carreata no Cariri. O Povo.
- PE, 16/09: Recife, caminhada do Marco Zero ao Cais da Alfândega e comício. Diario de Pernambuco.
- BA, 17/09: Vitória da Conquista, carreata e ato no Estádio Lomanto Júnior. A Tarde.
Roteiro da pré-campanha
- Revista Fórum: Flávio Bolsonaro já foi mais aos EUA do que a 10 estados do Norte e Nordeste.
- BPMoney: Flávio Bolsonaro faz sexta viagem aos EUA; dez estados brasileiros seguem fora da pré-campanha.
Base eleitoral
- TSE, votação por candidato e município, eleições gerais de 2022, 1º e 2º turnos.
- TSE, eleitorado por município, perfil vigente de 2026.
- Delimitação do MATOPIBA: Embrapa, municípios de cerrado de Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins.
Reprodução
python3 scripts/estaduais-092026-tse.py
python3 scripts/estaduais-092026-extract.py
python3 scripts/estaduais-092026-data.py
python3 scripts/estaduais-092026-build.py
A base pública está em estaduais_092026_data.json, e os derivados em estaduais-092026-vao.csv e estaduais-092026-alvos.csv.
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